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Attero |
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Perguntas: Mannu
Salve rapaziada! Antes de perguntar sobre o Attero queria que vocês falassem um pouco do Krosta, que ao meu ver foi meio que a semente inicial da banda.
Podemos considerar o Krösta uma semente sim, já que na primeira formação do Attero tínhamos 3 membros da última formação do Krösta (eu, Sapão e Markin). É interessante lembrar também que antes do Krösta existiu o Lixo Social (onde tocávamos eu e o Markin), banda que surgiu em meados de 1998 / 99. Essa banda nos deu uma base em termos de shows, viagens, gravação e etc. Com ela estabelecemos vários contatos mantidos até então, acredito estar aí o começo de tudo! Quando , onde, e por quem o Attero foi formado?
Com o fim do Krösta em 2002 a galera ficou só nos projetos paralelos, mas todos na pilha de fazer mais ou menos o que o Krösta fazia, só que de maneira mais profissional. Então em 2004 o Sapão e o Markin andaram conversando e me ligaram pra ensaiarmos um novo projeto, aí decidimos convidar o Caleb pros vocais e pronto, nasceu o Attero, no segundo semestre de 2004. Antes de gravarem o primeiro cd vocês lançaram alguma demo ou saíram em alguma coletânea?
Não. Nosso primeiro registro foi o full-length “Enemy”. O “Enemy” saiu em 2006 pela One Voice Records de Goiânia. Após todo esse tempo qual balanço vocês fazem desse disco? Me lembro de várias resenhas positivas, o que não é de se estranhar, já que realmente trata-se de um grande álbum.
A gravação de “Enemy” foi uma grande realização para nós, já que vínhamos na correria há muito tempo, porém os únicos registros eram umas demos do Lixo Social e do Krösta, com qualidade sonora bem inferior. O lançamento deste álbum foi muito positivo, recebemos ótimas críticas e várias portas se abriram. Realizamos vários shows, conhecemos o cenário e pessoas de várias cidades importantes no underground nacional, além do fato da galera ter ali o acesso ao trabalho de algumas pessoas que sempre estiveram no corre pelo underground de Uberlândia e região. Eu sei que a saída do Caleb foi um pouco conturbada e por isso mesmo não vamos entrar em detalhes particulares, já que o lance aqui é música. Por outro lado queria saber o quanto isso interferiu no direcionamento musical de vocês haja visto que o vocal dele era uma característica importante da primeira fase e hoje em dia o Attero está com uma sonoridade um pouco diferente daquela época.
Com certeza o vocal do Caleb foi uma característica marcante na primeira fase do Attero. Porém o redirecionamento musical pouco tem a ver com a saída dele. Foi de senso comum a todos da banda mudarmos um pouco a linha do som para algo que remetesse mais aos Crossovers 80’s, sem perder a pegada cadenciada e pesada do Attero. Legal...Pouco depois, já contando com o Guilherme (Krow) na segunda guitarra vocês efetivaram o Marquinho (guitarra) também como vocalista. Me lembro de vocês tocando naquela época e pra mim foi quando o crossover do Attero soou mais metalizado. Vocês concordam? Porquê o Marquinho não seguiu como guitarrista e vocalista?
Sim. Com certeza o som estava com uma cara mais metal, considerando as influências do Guilherme e o vocal mais gutural do Markin. Mas repensamos e decidimos que o Markin teria mais liberdade se ficasse somente na guitarra. No Udi Rock Scene do ano passado vocês apresentaram a nova formação num dos melhores shows do Attero que já presenciei, senão o melhor...Com a entrada do Carlinho (vocal, ex-Fúria e Krösta) e o Alisson (guitarra, Dead Smurfs, Safadaralho) a banda soa bastante renovada, com uma veia mais old school assim como letras agora cantadas em português. Acho que vocês estão satisfeitos com a escolha dos dois e com essas mudanças, certo?
Acho que acertamos muito na escolha, o Carlin e o Allisson sempre foram amigos de banda e de vida mesmo. A mudança sonora também agrada muito! Em 2008 apesar de shows importantes como o do Udi Rock Scene o Attero ficou parado em boa parte do ano já que 3 integrantes foram pais e obviamente tiraram um tempo para se dedicar aos novos herdeiros. Paralelo a isso o Sapão gravou e tocou bastante com o Krow e o Serginho que vinha de um tempo tocando com o U-Ganga formou o Safadarálho juntamente com o Alisson. O que vocês tiraram de positivo dessa pausa? Como está o Attero hoje em dia?
Pois é, a cegonha trabalhou duro pra esses lados aqui ultimamente... (risos)! Essa pausa foi boa pra colocarmos outras coisas em dia, como o Sapão finalizar as gravações do Krow, eu e o Alissera dar um gás no Safadaralho, Carlim e Markin cuidarem dos bebês! Enfim, foi bom pra amadurecermos e interagirmos com a nova formação também! Vocês tem planos de lançar um segundo disco ainda em 2009? Como estão os trabalhos até agora e quais as metas da banda pros próximos meses?
A princípio estamos finalizando algumas músicas pra lançarmos no segundo semestre, e posteriormente continuar compondo e tocando. Serginho, valeu mesmo pela entrevista e que o Attero tenha muitos e produtivos anos pela frente. O espaço é de vocês para as considerações finais:
Valeu demais Manu, Cremogema e galera do Cultura em Peso pelo espaço cedido ao Attero mais uma vez,es tamos junto nos corres! E aos leitores agente deixa um salve, e fiquem na expectativa que em breve o Attero tá de volta aos palcos com força total! Estamos na pilha! Abraço a todos, paz!!
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