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Brutal
Exuberância |
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Desde que o nosso grande Cremogema me chamou para ser colaborador do Cultura em Peso, eu fiquei extremamente satisfeito, pois contribuo também com um zine impresso chamado Páginas Vazias, no qual o Marco Paulo e Manoel (Uganga) são membros permanentes da equipe, em um projeto extremamente interessante e que vem se mostrando como algo que dá certo. A chance de contribuir em uma publicação na web, me animou muito, e aqui tenho a liberdade de fazer entrevistas, resenhas, ou mesmo escrever umas merdas hehehe... Perguntas: Guilherme Como e quando surgiu o Brutal Exuberância, e o por que do nome? Bem a Brutal Exuberância surgiu em 2004, quando eu, Lucio ( Ex. Guita) e o Afrânio(baixo), querendo mostrar para o Brasil que em Manaus também existe metal. Resolvemos nos juntar... e fazer som com identidade própria. com estilo baseado no Thrash/Crossover sem necessariamente seguir esta linha.
Isso é muito interessante, cada vez mais a cena tem valorizado este tipo de postura, você concorda? Sim, com certeza. As bandas que querem se expor tem que ter um algo diferenciado, não quero dizer que os riffs tem que ser cada vez mais técnicos, mas tem que atingir o cérebro em cheio... A banda tem que ter algo que faça a diferença...
Falando em thrash/crossover, o último material de vocês, aos meus ouvidosoou totalmente nessa linha crossover, com uma arte gráfica altamente conceitual, com um toque de humor. O que você falaria sobre esse novo lançamento, “A guerra dos mundos” ? “Guerra dos mundos” é exatamente o que está acontecendo no nosso planeta.
Muito boa essa temática !!! Um outro tema é o cotidiano do Bairro do Coroado que abordamos para não ficar muito massante, bairro onde eu moro, lá podemos encontrar desde drogas a prostituição, passando pelos vândalos e claro diversão nos botecos....
Diversão em botecos é bem a pegada de Uberlândia também(risos). Naldo, fale um pouco sobre a cena de Manaus e o que você conhece da cena do nosso estado ... Manaus, tem crescido, e claro como em qualquer lugar do mundo... tem suas particularidades. Do ano que criamos a banda pra hoje, muita gente mudou sua consciência sobre o que é show de banda local. A Mortificy era a banda mais influente aqui em Manaus, com som próprio. Isso me contagiou, assim como a cena em geral.
Galera do Hammurabi são brothers nosss aqui! Chakal também é muito foda! Cara, gostaria muito de romper as barreiras do Norte e chegar até Uberlândia, levar nosso som, para ver os bangers de Minas batendo cabeça conosco.
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